Epifanias e outras banalidades

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Capa de Epifanias e outras banalidades

Pré-lançamento · 21/11/2026

Romance de André Rangel Rios

Escrever aparece como um fenômeno ambíguo: simultaneamente íntimo e impessoal, voluntário e automático, controlado e autônomo. A escrita não é apenas um meio de expressão, mas um acontecimento que surpreende quem escreve, deslocando as ideias de autoria, intenção e domínio — como se a consciência se percebesse acompanhando suas representações sem poder antecipá-las.

A quem lê, oferece-se uma experiência rara: a de assistir à escrita enquanto ela acontece, de habitar esse espaço instável entre o pensado e o escrito, entre o que se sabe e o que ainda não se sabe. Sem buscar conclusões grandiosas ou promessas de transformação, o livro aposta na potência do mínimo, do aparentemente inútil, do escrever que não pretende mudar o mundo — mas que, ao suspender por um instante a lógica do planejamento e do resultado, altera sutilmente a forma de estar nele.

Publicado originalmente em 2016 pela 7Letras sob o pseudônimo A. F. Ramos, reaparece agora com o nome próprio do autor e um prefácio que ilumina o gesto do pseudônimo — ele mesmo uma epifania sobre escrita e identidade.

Primeira edição publicada em 2016 pela editora 7Letras, sob o pseudônimo Augusto Ferreira Ramos (A. F. Ramos). Nesta edição pela TextoTerritório, o autor assume o nome próprio e assina um prefácio em que revisita o gesto do pseudônimo como parte do tema central do livro: o que acontece quando se escreve.

Lançamento: 21 de novembro de 2026, 15h30 · Casa 11, Laranjeiras, Rio de Janeiro

Ficha técnica

  • Autor: André Rangel Rios
  • Prefácio: André Rangel Rios
  • Selo: TextoTerritório
  • Edição: 1ª edição, 2026
  • Páginas: 92
  • Formato: 14 × 21 cm, brochura, POD
  • ISBN: 978-65-83623-07-2
  • Capa e projeto gráfico: TextoTerritório
  • Licença: Creative Commons BY-NC-ND 4.0

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